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O equilíbrio da esperança
Por Lea Oksenberg Tem dia que o mundo amanhece parecendo que pesa muito além do que a gente pode carregar. É um excesso de ruído, de mentira, de coisas sem sentido algum, de polêmicas rasas e futilidades. Não há trégua. A sensação é de que o bom senso se perdeu em algum lugar pelo caminho. A gente olha o calendário, tromba com as eleições chegando e já sente o cansaço desse entulho digital que tenta soterrar o que é real. Foto: Freepik. É aí que a imagem da esperança equilibr
lazzarimlouize
13 de abr.1 min de leitura


A cor do descanso
Por Lea Oksenberg O sábado tem essa mania de mudar a cor do dia. Ele chega devagar, sem o susto de quem precisa dar conta do mundo ou ter qualquer obrigação. Para mim, é o dia do relógio sem ponteiros, quando o tempo não me cobra nada e eu, finalmente, não cobro nada de mim. Depois de uma semana lidando com as durezas que a vida insiste em mandar — aqueles problemas e trabalhos que exigem um esforço que nem sempre temos, mas entregamos — o sábado aparece como um respiro, um o

Vigília Comunica
11 de abr.2 min de leitura


O meu melhor improviso
Por Lea Oksenberg Boa parte da vida passei tentando disfarçar que poderia vir a ser uma pessoa séria. Usei o figurino, fiz a cara de paisagem e ensaiei o tom, mas a verdade é que o disfarce sempre foi curto demais para o meu tamanho. Eu não nasci para a linha reta; eu nasci para a curva, para a piada na hora errada (ou na hora exata, dependendo do ponto de vista) e para o improviso que salva o dia. Foto: Freepik. Viver em Curitiba com esse espírito é quase um esporte de resis
lazzarimlouize
10 de abr.2 min de leitura


O almoço grátis da alma
Por Lea Oksenberg A vida de quem trabalha é uma revisão constante de textos áridos. O dia começa em tom menor, com o despertador gritando antes do sol, seguido pelo "clássico" das ruas: duas horas de ida e duas de volta no sacolejo da condução. São quatro horas de asfalto, tempo para resolver os problemas do Brasil e conferir se o feijão dá para a semana. É a vida no "modo difícil", sem filtro. Foto: Freepik. Mas aí é dia de jogo do Flamengo em Quito. Ver os jogadores bufando
lazzarimlouize
9 de abr.2 min de leitura


Ofício teimoso
O mais importante é a alma do texto Por Lea Oksenberg Ser jornalista é ter a memória longa e o tempo curto. Olhando hoje, a gente lembra que este ofício já foi mestre em metáforas forçadas: quando a verdade era proibida, entregávamos receitas de bolo e arvorezinhas no lugar das notícias. Foi o nosso jeito de dizer, no silêncio da censura, que algo estava fora do lugar. Foto: Freepik. De lá para cá, muita água passou. O diploma virou personagem de novela, em idas e vindas, mas
lazzarimlouize
7 de abr.1 min de leitura


Cadê a nossa indignação?
por Lea Oksenberg Olhar para os Estados Unidos hoje dá uma inveja danada, né? Lá, o povo ganha as ruas, o jovem grita, a coisa ferve. Aqui no Brasil, o silêncio da esquerda é de estranhar. O que aconteceu com aquela garra que a gente conhecia? A verdade é que a esquerda brasileira ficou "comportada" demais. E isso não foi por acaso. Lembra lá no primeiro governo Lula, quando os grandes nomes da CUT e dos movimentos sociais viraram ministros, assessores e ganharam cargos comis

Vigília Comunica
4 de abr.1 min de leitura


O Blindado da vez
Como os bancos e os jornalões escondem a sujeira dos poderosos Por Lea Oksenberg Sabe aquela história de que "quem não deve, não teme"? Vimos gente digna provar sua inocência e recusar a tornozeleira dizendo: "Não aceito, não sou pombo-correio". É a cabeça no travesseiro com a consciência limpa. Mas, no Brasil do andar de cima, a régua é outra. Hoje, o Banco Master protagoniza uma trama de corrupção sistêmica enquanto a grande imprensa e os jornalões mantêm um silêncio cúmpli
lazzarimlouize
27 de mar.2 min de leitura


Vestibular indígena não é “falta de mérito”: é reparação histórica
Eloy Nhandewa Ativista indígena Guarani Nhandewa, liderança do Território Sagrado Floresta Estadual Metropolitana, membro do Conselho Estadual dos Povos Indígenas e atual suplente de vereador em Curitiba. Pamella Sue Zaroski Professora Universitária pela UNIFATEC e Doutoranda em História Indígena pela UFRRJ Foi apenas no começo da década passada que a Lei 12.711/2012 passou a reservar vagas nas universidades públicas para os povos indígenas. Essa importante conquista do movim
lazzarimlouize
27 de mar.3 min de leitura


O freio ou o acelerador
Por que o Legislativo decide a sua vida Por Lea Oksenberg Muito se fala em quem vai ocupar a cadeira do Palácio Iguaçu ou do Planalto, mas pouco se olha para quem vai sentar nas poltronas do Congresso Nacional e da Assembleia Legislativa (Alep). A verdade é que um presidente ou governador sem apoio parlamentar é como um motorista em um carro sem rodas: ele pode até acelerar, mas não sai do lugar. Foto: Freepik. Não podemos mais aceitar promessas vazias; precisamos colocar no
lazzarimlouize
26 de mar.2 min de leitura


OPINIÃO I Tarifa Zero Corrigida
É necessário as prefeituras romperem os atuais contratos por abuso dos preços das tarifas
Pedro Carrano
25 de mar.2 min de leitura


OPINIÃO I Por que o povo não quer lutar?
"De que tipo de luta estamos tratando?"

Vigília Comunica
13 de mar.5 min de leitura


Fraude a cota de gênero é violência político partidária
Por Marilda Ribeiro da Silva* O sistema político brasileiro historicamente supervaloriza a ocupação de cargos de poder por homens brancos, cisgêneros e heterossexuais. O reconhecimento de direitos políticos às mulheres e a igualdade formal, garantida constitucionalmente, ainda são insuficientes para alterar o cenário nacional de privilégios masculinos e raciais. Por isso, é imprescindível que a luta democrática perpasse o rompimento com o status quo da masculinidade e da bran
lazzarimlouize
7 de mar.3 min de leitura


O algoritmo que te conhece melhor que sua mãe
por Lea Oksenberg A democracia moderna nasceu nas praças, nos cafés e nos parlamentos — espaços físicos onde o corpo presente impunha um limite ético ao discurso. Hoje, porém, o destino das nações é moldado em uma superfície de vidro de poucos centímetros. O que parecia ser a promessa de uma "hiperconexão" democrática revelou-se, na prática, uma das maiores ameaças à estabilidade das instituições. A tela do celular não é apenas uma janela para o mundo. A tela é um filtro que

Vigília Comunica
5 de mar.3 min de leitura


OPINIÃO I Depois do Carnaval de Floripa, a realidade
Por Lafaiete Neves, professor aposentado da UFPR, mestre em História, doutor em Economia e residente em Florianópolis.
Pedro Carrano
19 de fev.2 min de leitura


Por que o Acordo União Europeia - Mercosul prejudica os trabalhadores?
A indústria brasileira enfrentará uma concorrência desigual

Vigília Comunica
14 de fev.6 min de leitura


Show de drones, conta de luz e despejo: o Festival da Copel
A Copel leva o troféu máximo: Apagão Lucrativo com Despejo Social Por Nilton Gonzaga* Entre o marketing político, a privatização de uma joia pública e a conta social empurrada para os mais pobres Eu era menino quando o jornalista Sergio Porto, satirizando atitudes nacionais ao final dos anos 1960, escrevia textos antológicos sobre o que chamava de FEBEAPA – Festival de Besteiras que Assola o País. Fuçando na internet, tropecei na imagem de um livro de capa cor de abóbora, let

Vigília Comunica
2 de fev.2 min de leitura


Tomás Melo: internação compulsória é “violenta e autoritária”
Antropólogo que trabalha com moradores em situação de rua afirma que medida da prefeitura é ineficaz. Saída tem que ser comunitária e com moradia por Tomás Melo “Não é novidade que governos municipais adotem mecanismos de internação involuntária ou compulsória como uma forma de lidar com pessoas em situação de rua, principalmente usuários de substâncias psicoativas e pessoas com experiência de doença mental. Trata-se de uma estratégia violadora e autoritária. Porém, gestores

Vigília Comunica
14 de jan.2 min de leitura


A esquerda deve evitar assuntos estratégicos por medo de dialogar com o povo?
por Pedro Carrano, da Vigília Comunicação Se engana quem acha que a luta contra a extrema direita/neofascismo no Brasil está separada da solidariedade à Venezuela. Ou que o "melhor" seria não misturar as coisas. As políticas do imperialismo – ditadura nos anos 60 e 70, aplicação do neoliberalismo nos anos 90; passando por golpes recentes de novo tipo etc -, sempre foram ditadas no continente como um todo, guardadas as particularidades de cada país. O sequestro de um president

Vigília Comunica
12 de jan.2 min de leitura


Milton Alves: Lula veta o PL da Dosimetria, importante enfrentamento contra extrema direita
Veto do presidente Lula reforça a luta contra a extrema direita e enfrenta as chantagens do ‘Congresso inimigo do povo’ Em solenidade no Palácio do Planalto, no dia 8, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente o projeto de lei que previa a redução de penas para os condenados por participação na intentona golpista de 8 de janeiro de 2023. A decisão foi formalizada sem a presença do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REP-PB), e do presidente do Sen

Vigília Comunica
12 de jan.2 min de leitura


Nenhum ataque contra a Venezuela e o povo venezuelano é aceitável
Foto: Joka Madruga por Pedro Carrano Não, nenhum argumento é aceitável em defesa da invasão de Trump contra a Venezuela e o povo venezuelano. Nunca se trataria de uma ação para derrubar a “ditadura” de Maduro, mas sim a ganância dos EUA pelas reservas de petróleo e por derrubar qualquer governo independente, como já fizeram no Iraque, Líbia, Síria, entre outros países, durante vinte anos. Como estratégia comum, diferentes governos dos EUA – democratas, republicanos e, agora,

Vigília Comunica
23 de dez. de 20252 min de leitura
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