Punição contra Eder Borges vai a plenário na Câmara
- Vigília Comunica

- 3 de ago.
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Conselho de Ética aprova relatório a partir de episódio que vereador fez "arminha" durante presença de professoras na Câmara

por Redação Vigília, com Sismmac
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal de Curitiba aprovou no dia 31 (sexta) o relatório que indica punições ao vereador Éder Borges (Novo) por ter incentivado o uso de armas contra professoras durante a Tribuna Livre do dia 1º de abril.
Na ocasião, a presidente do Sismmac, Diana Abreu, apresentava os problemas enfrentados pelo magistério, ao lado de professoras da rede. Nesse processo, vários membros do Conselho alegaram impedimento para não ter que votar, numa tentativa de engavetar a apuração, aponta o Sismmac, sindicato do magistério municipal.
Ao fim, o relatório da vereadora Laís Leão (PDT) foi aprovado com os votos dos vereadores Hernani (Republicanos), Jasson Goulart (Republicanos), Professor Euler (MDB) e Rafaela Lupion (PSD). Zezinho do Sabará (PSD) faltou novamente. Agora, o caso vai ao plenário da Câmara. Os vereadores decidirão se aprovam a instalação de uma Comissão Processante, que analisará o caso e recomendará ou não as penalidades para a votação final.
“A representação que eu apresentei contra Eder Borges de fato avançou. Não foi simples chegar até aqui. Teve vereador que faltou, alegou impedimento, teve tentativa de não formar quórum… Tudo para evitar que uma decisão fosse tomada. Essa casa precisa entender uma coisa urgentemente: Nenhum servidor público e nenhum cidadão pode ser desrespeitado dentro dessa casa”, afirma a vereadora Giorgia Prates (PT), em suas redes sociais.
Ataque contra professores
“Éder Borges tem um longo histórico de ataques ao magistério como estratégia política. Já apresentou projeto para obrigar professoras a fazer exame toxicológico, espalha fake news sobre nossa categoria com regularidade e, naquele mesmo 1º de abril, chamou publicamente as professoras de drogadas antes de fazer o gesto que motivou a abertura do processo”, aponta o Sismmac.




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