Cerca de 60 empresas financiaram guerra em Gaza, aponta relatório
- Vigília Comunica

- 17 de out. de 2025
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por Redação
“O que ocorre em Gaza é um genocídio sustentado por um sistema de ocupação exploradora e lucrativa”; essa é a conclusão do relatório “De uma economia da ocupação a uma economia do genocídio”, da Organização das Nações Unidas (ONU), apresentado ainda no início de julho pela Relatora Especial sobre o Território Palestino Ocupado, Francesca Albanese.
O Ministério da Saúde em Gaza relata o número total de mortos, até o dia 13 de outubro, em dois anos de guerra, em 67.869 pessoas, a maioria civis, mulheres e crianças.
Entre outras empresas, o documento de Albanese cita a petrolífera americana Chevron; o gigante tecnológico estadunidense Intel; e outras três empresas dos Estados Unidos: Dell Technologies; Microsoft e Hewlett Packard; assim como a alemã Siemens e a francesa Carrefour.
Entre as empresas de defesas que, desde outubro de 2023, forneceram armamento a Israel para ataques à Palestina, Líbano e Síria, estão:
• Lockheed Martin (fabricante de jatos de guerra F-16 e F-35).
• Northrop Grumman (fabricante de partes do F-35 e do pod de mira LITENING).
• Boeing (fabricante de jatos F-15 e bombas GBU-31 e GBU-39).
• General Dynamics (produtora de bombas Mark 84).
• Raytheon Technologies (criadora de mísseis).
• BAE Systems (Reino Unido).
• Elbit Systems (principal fabricante de armas de Israel).









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