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Cerca de 60 empresas financiaram guerra em Gaza, aponta relatório

Foto: Joka Madruga
Foto: Joka Madruga

por Redação


“O que ocorre em Gaza é um genocídio sustentado por um sistema de ocupação exploradora e lucrativa”; essa é a conclusão do relatório “De uma economia da ocupação a uma economia do genocídio”, da Organização das Nações Unidas (ONU), apresentado ainda no início de julho pela Relatora Especial sobre o Território Palestino Ocupado, Francesca Albanese.


O Ministério da Saúde em Gaza relata o número total de mortos, até o dia 13 de outubro, em dois anos de guerra, em 67.869 pessoas, a maioria civis, mulheres e crianças.


Entre outras empresas, o documento de Albanese cita a petrolífera americana Chevron; o gigante tecnológico estadunidense Intel; e outras três empresas dos Estados Unidos: Dell Technologies; Microsoft e Hewlett Packard; assim como a alemã Siemens e a francesa Carrefour.


Entre as empresas de defesas que, desde outubro de 2023, forneceram armamento a Israel para ataques à Palestina, Líbano e Síria, estão:


• Lockheed Martin (fabricante de jatos de guerra F-16 e F-35).

• Northrop Grumman (fabricante de partes do F-35 e do pod de mira LITENING). 

• Boeing (fabricante de jatos F-15 e bombas GBU-31 e GBU-39). 

• General Dynamics (produtora de bombas Mark 84). 

• Raytheon Technologies (criadora de mísseis). 

• BAE Systems (Reino Unido). 

• Elbit Systems (principal fabricante de armas de Israel).


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