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OPINIÃO I Vereadores querem proibir solidariedade em Curitiba
"Em vez de enfrentar as causas da pobreza, investem na criminalização da miséria e da solidariedade"

Vigília Comunica
há 3 dias2 min de leitura


OPINIÃO I Essencial é a vida! Fora Essencis!
A importância de frentes como a Campanha Fora Essencis fica demonstrada na força que a unidade das pessoas exploradas
Pedro Carrano
há 6 dias2 min de leitura


OPINIÃO I Novo desenho geopolítico da América Latina: até onde a direita se sustenta?
A dialética da História, sobretudo na América Latina, revela que as resistências a esse momento já estão se produzindo
Pedro Carrano
22 de jun.2 min de leitura


OPINIÃO I Chávez, Lula e a integração latino-americana. Onde foi que erramos?
Artigo de Jose Antonio Egido, exclusivo para a Vigília, aponta que a solidariedade chavista em algum momento se perdeu na Venezuela
Pedro Carrano
19 de jun.4 min de leitura


OPINIÃO I Jose Egido: "O petróleo venezuelano serve aos EUA para subverter o bloco dos BRICS"
por Jose Antonio Egido, analista internacional, exclusivo para a Vigília Comunica Analista internacional vê com preocupação movimentações do imperialismo dos EUA após invasão da Venezuela e sequestro de Maduro. Foto: Divulgação A supervisão e evidente coordenação entre o Departamento de Estado norte-americano, dirigido pelo extremista Marco Rubio, e o governo venezuelano alcança uma nova fronteira no caso “Índia”. Os EUA tentam condicionar a presença da Índia no bloco dos BRI
Pedro Carrano
11 de jun.2 min de leitura


Meio Ambiente e Povo: desafios das lutas do nosso tempo
As lutas por um meio ambiente sadio, adequado e equilibrado estão na ordem do dia das tarefas que a humanidade precisa enfrentar por Robson Formica O desequilíbrio ambiental se manifesta como crise climática, que promove mudanças climáticas e que se expressam em eventos climáticos extremos. A crise climática, que se expressa de maneira mais aguda em eventos climáticos extremos, promove estiagens prolongadas, em áreas sensíveis; em ondas de calor que impactam intensamente nas

Vigília Comunica
5 de jun.2 min de leitura


OPINIÃO I Quem pode lutar pelo meio ambiente?
"O problema não está na defesa das árvores. O problema surge quando a defesa da natureza não consegue dialogar com a defesa da dignidade humana"

Vigília Comunica
5 de jun.5 min de leitura


Qual é o balanço do primeiro turno na Colômbia?
“O presente é de luta, e os setores democráticos, progressistas e de esquerda ainda não foram derrotados” Por Juan Pablo Tapiro*, exclusivo para Vigília Comunica As eleições presidenciais da Colômbia foram disputadas hoje, 31 de maio de 2026, entre dois grandes blocos. Foto: Freepik. O primeiro, que aponta à continuação do atual governo progressista, é representado pelo candidato Iván Cepeda Castro e Aída Quilcué Vivas. O segundo bloco, que pretende o retorno dos setores de u
lazzarimlouize
1 de jun.2 min de leitura


OPINIÃO I O neofascismo segue ameaçando a América Latina!
Por outro lado, vemos resistências fundamentais contra as medidas neoliberais
Pedro Carrano
1 de jun.2 min de leitura


OPINIÃO I Carta aberta sobre a desvalorização dos professores em Curitiba
Para o exercício da docência, estudar não é escolha, mas condição para a profissão

Vigília Comunica
26 de mai.3 min de leitura


Quando a “capital ecológica” corta suas árvores históricas
por Elóy Jacintho ( Elóy Nhandewa) e Luciano Padilha Becker Derrubar 103 árvores nativas — entre elas araucárias centenárias — não é apenas uma intervenção urbana. É um gesto carregado de simbolismo político, cultural e espiritual. Em um tempo marcado pela emergência climática, pela intensificação das enchentes, tornados, secas e ondas de calor, escolher o corte de árvores de grande porte como resposta do poder público revela muito sobre o modelo de cidade e de sociedade que

Vigília Comunica
21 de mai.3 min de leitura


Opinião | Luta dos estudantes da UFPR se liga ao Maio de 1968
Ocupação do prédio do DCE reafirma a recusa a submissões por Gabriela Zadvorne* “O direito a viver não se mendiga, se toma”, a famosa frase de apelo histórico foi dita em uma das mobilizações estudantis de Maio de 1968. O grito, mais do que nunca, faz-se atemporal, sendo o manifesto cotidiano daqueles que lutam por uma educação pública de qualidade. Ao refletir sobre o ato de ser estudante e lutar por aquilo que é nosso por direito, a frase nos convida a uma viagem no tempo

Vigília Comunica
20 de mai.5 min de leitura


A limpeza que mata no frio de 2°C
por Lea Oksenberg O lábio rachado é uma cicatriz de guerra. Um buraco aberto em um inverno distante que nunca se deu ao trabalho de se fechar. Em Curitiba, o sol é uma fraude. Brilha, mas não aquece; o frio de 2°C é um invasor que não pede licença. Dentro de casa, minha coreografia de sobrevivência segue protegida. Vou sobrepondo camadas de roupas até virar uma cebola humana. Um privilégio de cinco blusas enquanto vejo meu neto, um herói gripado, encarar o intenso frio para i
lazzarimlouize
11 de mai.2 min de leitura


Além dos números
O fim da escala 6x1 como Imperativo da dignidade humana por Walter de Souza Fernandes Gostaria de comentar sobre o tema do fim da escala 6x1. Esse modelo, que impõe seis dias de trabalho para apenas um dia de descanso, tornou-se o centro das atenções no cenário político e social brasileiro. Essa discussão está sendo impulsionada por movimentos populares e propostas de emenda à Constituição, e o tema acaba dividindo opiniões. Foto: Freepik. No entanto, o que observamos é uma p
lazzarimlouize
11 de mai.3 min de leitura


O equilíbrio da esperança
Por Lea Oksenberg Tem dia que o mundo amanhece parecendo que pesa muito além do que a gente pode carregar. É um excesso de ruído, de mentira, de coisas sem sentido algum, de polêmicas rasas e futilidades. Não há trégua. A sensação é de que o bom senso se perdeu em algum lugar pelo caminho. A gente olha o calendário, tromba com as eleições chegando e já sente o cansaço desse entulho digital que tenta soterrar o que é real. Foto: Freepik. É aí que a imagem da esperança equilibr
lazzarimlouize
13 de abr.1 min de leitura


A cor do descanso
Por Lea Oksenberg O sábado tem essa mania de mudar a cor do dia. Ele chega devagar, sem o susto de quem precisa dar conta do mundo ou ter qualquer obrigação. Para mim, é o dia do relógio sem ponteiros, quando o tempo não me cobra nada e eu, finalmente, não cobro nada de mim. Depois de uma semana lidando com as durezas que a vida insiste em mandar — aqueles problemas e trabalhos que exigem um esforço que nem sempre temos, mas entregamos — o sábado aparece como um respiro, um o

Vigília Comunica
11 de abr.2 min de leitura


O meu melhor improviso
Por Lea Oksenberg Boa parte da vida passei tentando disfarçar que poderia vir a ser uma pessoa séria. Usei o figurino, fiz a cara de paisagem e ensaiei o tom, mas a verdade é que o disfarce sempre foi curto demais para o meu tamanho. Eu não nasci para a linha reta; eu nasci para a curva, para a piada na hora errada (ou na hora exata, dependendo do ponto de vista) e para o improviso que salva o dia. Foto: Freepik. Viver em Curitiba com esse espírito é quase um esporte de resis
lazzarimlouize
10 de abr.2 min de leitura


O almoço grátis da alma
Por Lea Oksenberg A vida de quem trabalha é uma revisão constante de textos áridos. O dia começa em tom menor, com o despertador gritando antes do sol, seguido pelo "clássico" das ruas: duas horas de ida e duas de volta no sacolejo da condução. São quatro horas de asfalto, tempo para resolver os problemas do Brasil e conferir se o feijão dá para a semana. É a vida no "modo difícil", sem filtro. Foto: Freepik. Mas aí é dia de jogo do Flamengo em Quito. Ver os jogadores bufando
lazzarimlouize
9 de abr.2 min de leitura


Ofício teimoso
O mais importante é a alma do texto Por Lea Oksenberg Ser jornalista é ter a memória longa e o tempo curto. Olhando hoje, a gente lembra que este ofício já foi mestre em metáforas forçadas: quando a verdade era proibida, entregávamos receitas de bolo e arvorezinhas no lugar das notícias. Foi o nosso jeito de dizer, no silêncio da censura, que algo estava fora do lugar. Foto: Freepik. De lá para cá, muita água passou. O diploma virou personagem de novela, em idas e vindas, mas
lazzarimlouize
7 de abr.1 min de leitura


Cadê a nossa indignação?
por Lea Oksenberg Olhar para os Estados Unidos hoje dá uma inveja danada, né? Lá, o povo ganha as ruas, o jovem grita, a coisa ferve. Aqui no Brasil, o silêncio da esquerda é de estranhar. O que aconteceu com aquela garra que a gente conhecia? A verdade é que a esquerda brasileira ficou "comportada" demais. E isso não foi por acaso. Lembra lá no primeiro governo Lula, quando os grandes nomes da CUT e dos movimentos sociais viraram ministros, assessores e ganharam cargos comis

Vigília Comunica
4 de abr.1 min de leitura
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