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Giorgia Prates denuncia racismo religioso e exige respeito


por Pedro Carrano


Nessa semana, em Curitiba, à noite, em pleno Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, celebrado em 21 de janeiro, a vereadora Giorgia Prates (Mandata Preta – PT) acompanhou uma Mãe de Santo até a delegacia, realizou Boletim de Ocorrência e fez uma transmissão reivindicando respeito e denunciando racismo religioso contra o terreiro em questão.


De acordo com a Mãe de Santo entrevistada por Giorgia, o espaço apresenta alvará, porém é coagido pela vizinhança, que chegou a chamar a polícia. De acordo com ela, a casa de terreiro é regularizada, não emite quantidade de barulho acima do permitido e estava num dia de trabalho comum na casa.


“O terreiro já tem passado por isso há algum tempo, as pessoas da rua ficam denunciando, é ver a pessoa de branco, entrando no terreiro, e causa esse tipo de crime, e já faz esse tipo de intolerância porque é crime mesmo. Um desrespeito à nossa fé, à nossa religião, racismo religioso é crime, queremos respeito, cada um tem a liberdade de ter a sua fé”, afirmou a vereadora, que tem a pauta da diversidade e do respeito às religiões de matriz africana como central.



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