Gonda: Prefeitura precariza e direita ataca assistência social em Curitiba
- Vigília Comunica

- há 6 dias
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Da internação compulsória a percevejos em casa de abrigo, a Vigília Comunicação aponta precarização da assistência social em Curitiba
por Pedro Carrano
Conflitos com moradores em situação de rua, com a prefeitura adotando a saída questionável da internação compulsória. Problemas antigos com cheias e enchentes a cada janeiro, que impactam as áreas do Parolin, Lindoia, Fanny e Guaíra.
Se isso já não bastasse pra um início duro de 2026, também há denúncias feitas por mandatos e pelo sindicato de servidores municipais (Sismuc) de presença de percevejos nas casas de abrigo da prefeitura. São sinais de precarização dos serviços públicos e do atendimento à população mais necessitada?
“Estamos cobrando por meio de pedidos de informações e sugestões à prefeitura para intensificar a manutenção desses espaços, que são fundamentais”,
afirma a vereadora Camilla Gonda (PSB), que tem denunciado a situação nas redes sociais.
O Sismuc há pouco tempo reforçou o problema: “Embora a informação oficial seja a de que a dedetização é feita nos locais, o problema continua e quem os frequenta — sejam os usuários ou os próprios servidores públicos, permanece sendo vítima de picadas que causam manchas, coceiras na pele ou até outras consequências mais graves à saúde”, aponta nota do sindicato.
Ações ideológicas
O que agrava o tensionamento dos problemas sociais e sua relação com o poder público é o fato de tanto prefeitura como parlamentares identificados com a direita fazem apologia a ações ideológicas
“Nos preocupa bastante o discurso inflamado acerca dessa questão, que tem inclusive sido reforçado por alguns parlamentares aqui da Câmara, que se posicionam contra as políticas que proporcionam dignidade e acolhimento a essas pessoas. Isso coloca em risco o investimento e atenção que é tão crucial pra que esses equipamentos funcionem”, Gonda.
A parlamentar reforça: “Acreditamos que o poder público precisa dar menos importância às medidas midiáticas e drásticas propostas por certos parlamentares, e mais atenção ao acolhimento e aos protocolos multidisciplinares que realmente podem impactar positivamente nessa questão tão delicada”, finaliza.









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