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Enquanto vereadoras atendem problemas do povo, Kilter deixa EUA e adere à marcha de Nikolas Ferreira

Foto: Comunicação/CMC
Foto: Comunicação/CMC

Esses serão sinais que já demarcam as diferenças na Câmara de Vereadores de Curitiba


por Pedro Carrano


O início de 2026 pode parecer um momento mais preguiçoso, de descanso e preparativos para o ano que inicia, uma vez que os trabalhos legislativos e as sessões retomam no dia 3 de fevereiro.


Mas isso é apenas pra alguns. Vereadoras de Curitiba já estão a todo vapor, respondendo demandas, denúncias da população e, inclusive, enfrentando conflitos e mobilizações em 2026.


Enquanto isso, o vereador Guilherme Kilter (Novo), por exemplo, acaba de deixar um período de férias nos Estados Unidos e viajou diretamente para a “Marcha pela Liberdade”, feita pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL), que caminha de Minas a Brasília.


Inúmeras denúncias e atendimentos já em janeiro

Para ter uma ideia, Camilla Gonda (PSB), entre várias ações, notificou a prefeitura de Curitiba a partir de denúncias de percevejos e precarização nas casas de abrigo de Curitiba, além de participar de reuniões com movimento de moradia.

Vereadora Camilla Gonda (PSD).
Vereadora Camilla Gonda (PSD).

Giorgia Prates (Mandata Preta – PT), por sua vez, no dia 21 de janeiro, de madrugada, estava acolhendo denúncia de racismo religioso contra um terreiro em Curitiba, encaminhando a vítima à delegacia para boletim de ocorrência.

Vereadora Giorgia Prates e a mãe de santo que sofreu racismo religioso.
Vereadora Giorgia Prates e a mãe de santo que sofreu racismo religioso.

Laís Leão (PDT), assim como as vereadoras já citadas, criticou as cheias e enchentes, ocorridas sobretudo nos bairros Parolin, Lindoia, Fanny e Guaíra, resultado de falhas nas obras do canal extravasor do rio Pinheirinho, rio Guaíra  e demais córregos.

Vereadora Laís Leão (PDT).
Vereadora Laís Leão (PDT).

Já a vereadora Vanda de Assis (PT) participou das denúncias e mobilizações contra a internação compulsória de moradores em situação de rua.

Vereadora Vanda de Assis (PT), durante ato contra a internação forçada em Curitiba, no dia 19/1/2026. Foto: Joka Madruga
Vereadora Vanda de Assis (PT), durante ato contra a internação forçada em Curitiba, no dia 19/1/2026. Foto: Joka Madruga

Professora Angela (Psol) também se mobilizou a partir dessa pauta.

Professora Angela (Psol), durante ato contra a internação forçada em Curitiba, no dia 19/1/2026. Foto: Joka Madruga
Professora Angela (Psol), durante ato contra a internação forçada em Curitiba, no dia 19/1/2026. Foto: Joka Madruga

Esses serão sinais que já demarcam as diferenças na Câmara de Vereadores de Curitiba, a tendência de embates e pautas para esse ano? As vereadoras de esquerda buscam dialogar e resolver os problemas imediatos do povo. Do outro lado, os vereadores ideológicos pensam apenas na disputa da Câmara Federal.

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