por Lea Oksenberg Maurício ajeitou os óculos escuros, deu um gole daqueles de cinema no seu drinque decorado com um guarda-chuvinha colorido de papel e soltou um longo suspiro. À sua frente, o mar azul-turquesa quebrava mansamente na areia branquinha. Ele olhou para o horizonte — onde o contorno natural da praia sumia sob o desenho dos chalés —, depois para o garçom que trazia uma porção de iscas de peixe, e disparou sua frase de efeito: — Rapaz… imagina como era isso aqui no