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Diferente da pauta da extrema direita, povo brasileiro não é armamentista

Entre os segmentos mais ativos nessa demanda, empresários, agronegócio e extrema-direita, o apoio à facilitação de acesso às armas não passa de 42%


Por Pedro Carrano


Apesar do discurso da extrema-direita apontar à necessidade de armamento da população, sobretudo após o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro - hoje no cárcere –, a defesa do armamento apresenta hoje um nítido recorte de classe e, mesmo assim, é minoria em diferentes segmentos.


Foto: Freepik.
Foto: Freepik.

É o que aponta o livro “Brasil no Espelho”, publicado a partir de estudo realizado pela Quaest Consultoria e Pesquisa e assinado por Felipe Nunes. De acordo com o texto, a partir da pergunta “Concorda que a posse de armas deve ser facilitada?”, 72% dos entrevistados – num raio de 10 mil pessoas – afirma que não.


Mesmo entre os segmentos mais ativos nessa demanda, empresários, agronegócio e extrema-direita, o apoio à facilitação de acesso às armas não passa de 42%.


Entre o que a pesquisa qualifica como “militante de esquerda” que revela um voto engajado, 77% são contra a liberação de armas, ao passo que entre o que se chama de classe “D e E”, 79% não têm acordo com o armamento da população.

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