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Dirigentes do Paraná exigem “Petróleo para Cuba já!”


Carta convoca federações de petroleiros a se solidarizar e lançar campanha “Petróleo por Cuba”


por Redação Vigília


O governo Trump aperta a pressão sobre Cuba e o governo cubano, tentando o pior tipo de bloqueio já feito desde a revolução cubana, em 1959. O governo dos EUA quer simplesmente sufocar economicamente a Ilha, desgastando, com isso, o governo de Miguel Díaz-Canel.


Após o sequestro do presidente Maduro na Venezuela e a tentativa de controlar a comercialização do petróleo venezuelano, Trump ameaça sobretaxação contra os países que forneçam petróleo para Cuba, caso, por exemplo, do México, além de cortar o apoio que sempre houve da revolução bolivariana com a resistência cubana.


Diante disso, a partir de iniciativa dos editores Anísio Garcez Homem e Milton Alves, militantes e dirigentes assinaram a carta, muitos ligados ao Partido dos Trabalhadores (PT) do Paraná, caso do deputado estadual Arilson Chiorato e do vereador Ângelo Vanhoni. O texto é assinado ainda por Márcio Kieller, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT). O documento exige solidariedade, pronunciamentos e, sobretudo, petróleo imediato para Cuba, que já está sofrendo apagões de energia de até 10 horas.


“As Centrais sindicais, os sindicatos em cada país devem promover pronunciamentos e manifestações e exigir dos governos onde há produção de petróleo – como é o caso de México, Brasil, Venezuela e Canadá - que forneçam emergencialmente combustível a Cuba”, afirma o texto.


Entre os presidentes, até o momento, a mexicana Claudia Sheinbaum tem se pronunciado publicamente em nome da soberania e da decisão de se solidarizar com o país caribenho.


“As conquistas da revolução cubana, principalmente em saúde e educação pública, são um incômodo para o capital financeiro dos EUA e internacional. Esse exemplo de soberania nacional é péssimo para os bilionários capitalistas e seus agentes do Banco Mundial e do FMI, que querem impor em toda a América Latina a privatização e destruição dos serviços públicos em nome de ajustes fiscais e do mecanismo de pilhagem das dívidas públicas”, afirma a carta do Paraná.

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