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Encontro dos BRICS condena tarifas e medidas unilaterais no comércio internacional

há 6 dias
1 min de leitura

Um dos pontos econômicos foi o compromisso de ampliar o comércio e os investimentos em moedas locais


por Redação Vigília


Na Índia, o grupo reforçou o papel do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB). Foto: Divulgação
Na Índia, o grupo reforçou o papel do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB). Foto: Divulgação

O final da 18ª Cúpula dos BRICS, realizada em Nova Déli, na Índia, reforçou importantes eixos do bloco que se consolidam. O encontro condenou o uso de tarifas comerciais e medidas econômicas unilaterais, referindo-se indiretamente aos EUA.


Um dos pontos econômicos foi o compromisso de ampliar o comércio e os investimentos em moedas locais, reduzindo a dependência do dólar. O grupo reforçou o papel do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e defendeu ampliar sua capacidade de financiamento, inclusive em moedas locais, ainda que não haja uma moeda comum do bloco.


A Rússia apontou a defesa de inclusão de Cuba nos BRICS, que até então está na condição de país parceiro. Atualmente, os Brics são formados por 11 membros plenos e 10 países parceiros, entre os quais Bolívia e Cuba são os dois países latino-americanos. Houve uma preocupação enfática com a situação da ilha socialista.


Além disso, o grupo de países novamente se posicionou em defesa do acesso humanitário a Gaza, com a reafirmação da solução de dois Estados.

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