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Quais são as consequências da ofensiva dos EUA para o mundo?

Governo Trump já fez 46 ataques no Pacífico desde setembro de 2025. Destruiu 295 instalações de saúde no Irã


por Pedro Carrano, com agências


No contexto de sua ofensiva contra América Latina e Oriente Médio, o governo dos EUA executou 46 ataques desde setembro de 2025, cujo saldo é a destruição de 48 embarcações e a morte de quase 160 civis na costa latino-americana.


Estreito de Ormuz. Reprodução Google Maps
Estreito de Ormuz. Reprodução Google Maps

Desde o início da agressão militar contra o Irã, os bombardeios israelenses e estadunidenses danificaram mais de 93 mil instalações civis, incluindo 600 escolas e 295 instalações de saúde, como hospitais e centros de emergência, além de 71.547 residências e 20.779 estabelecimentos comerciais em diversas províncias.


Contra o Irã, o imperialismo, na forma de consórcio EUA/Israel, segue com a tática de pressionar militarmente, lançando sinais contraditórios sobre negociação. O Irã tem mostrado capacidade e resistência, controle do Estreito de Ormuz, impactando a política interna estadunidense e levando Trump ao desgaste.


Recentemente, o Irã voltou a lançar múltiplas ondas de mísseis contra Israel, atingindo áreas urbanas (como Tel Aviv) e causando destruição e feridos. Em resposta, Israel intensificou bombardeios contra Teerã e instalações estratégicas iranianas. Ampliou a ofensiva também no Líbano contra o Hezbollah.


A expansão regional da guerra

A novidade é a entrada dos aliados como os houthis, do Iêmen na guerra trazendo mais um risco para a estratégia estadunidense, na medida em que podem fechar o Estreito de Bab al-Mandeb, um canal alternativo para a passagem de petróleo.


Os EUA, por sua vez, reforçaram tropas (mais de 40 mil militares na região) e continuam ataques pontuais a alvos iranianos, além de sinalizar tentativa de controle dos recursos estratégicos iranianos.


Há relatos de que o Pentágono está se preparando para operações terrestres limitadas no Irã, incluindo incursões na Ilha de Kharg e em locais próximos ao Estreito de Hormuz.

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