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Gonda defende coligação do PSB com a esquerda no Paraná

O cenário de forma geral incomoda a militância do PSB no Paraná


por Manoel Ramires e Pedro Carrano


"Eu tenho aqui um direcionamento muito específico de sempre estar alinhada com a esquerda", afirma Gonda. Foto: Rodrigo Fonseca - CMC
"Eu tenho aqui um direcionamento muito específico de sempre estar alinhada com a esquerda", afirma Gonda. Foto: Rodrigo Fonseca - CMC

Na quarta-feira (5), ocorre o evento político que consolida a coligação em torno da candidatura de Roberto Requião (PDT) ao governo do Estado. Mas, até o momento, o vice poderia ser alguém do PSB, mas o partido não faz parte da coligação no Paraná.


Há cerca de 15 dias, tanto Requião Filho quanto Gleisi Hoffmann estiveram em Brasília para conversar com o vice-presidente Geraldo Alckmin. Agora, a vaga pode ficar com o Solidariedade, que está em negociação.


O cenário de forma geral incomoda a militância do PSB no Paraná, que já pediu intervenção nacional junto à Alckmin, a saída de Ducci e entrar na aliança que deve levar Lula ao quarto mandato.


No caso de Camilla Gonda, jovem vereadora do PSB e liderança em ascensão, afirma que o cenário é preocupante, em vista de uma construção e de um trabalho voltado para a esquerda. Bem como reflete que a coligação nacional é “muito forte”.


“Eu pessoalmente continuarei apoiando todos os senadores do PT tanto Dr Rosinha, quanto Gleisi Hoffmann ao Senado. Eu tenho aqui um direcionamento muito específico de sempre estar alinhada com a esquerda e com todas as pautas de esquerda aqui da cidade de Curitiba e do Estado do Paraná, temos que fazer isso dentro do partido porque nacionalmente estamos juntos”, afirma, para a Vigília Comunica.

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