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Magistério de Curitiba aprova greve para 8 de abril

da Redação


Os professores da rede municipal de Curitiba decidiram entrar em greve a partir do dia 8 de abril, em assembleia realizada na quarta-feira (19), na sede da APP-Sindicato. A categoria denuncia o descumprimento de promessas de campanha do prefeito Eduardo Pimentel (PSD) e a precarização das condições de trabalho nas escolas.


Mesa que conduziu a assembleia. Foto: Juliana Santos/Vigília Comunica
Mesa que conduziu a assembleia. Foto: Juliana Santos/Vigília Comunica
Promessas não cumpridas e salas superlotadas

Diana de Abreu, presidenta do Sismmac, explicou os motivos que levaram à paralisação. "O Pimentel prometeu 20 itens na campanha eleitoral de 2024. Até agora não cumpriu quase nada, apenas uma das propostas, que não tem impacto significativo na nossa vida", afirmou para a Vigília Comunica.


Ela listou os problemas enfrentados diariamente pelos profissionais da educação. "A gente segue sem condições de trabalho, com a carreira congelada desde 2016. Ele não implementou ainda o Descongela, que foi aprovado no dia 12 de janeiro. Nós temos turmas superlotadas, alunos de inclusão sem profissional de apoio."


Falta de professores e concurso ignorado

A dirigente também apontou a ausência de reposição do quadro docente. "Faltam de 4 a 11 professores nas escolas municipais, e a Prefeitura não chama as pessoas que foram aprovadas no último concurso", declarou Diana. "O Magistério de Curitiba, diante de todas essas situações, decide iniciar greve a partir de 8 de abril."


Foto: Juliana Santos/Vigília Comunica
Foto: Juliana Santos/Vigília Comunica

Durante a assembleia, a categoria também aprovou a pauta de reivindicações e iniciou o processo de mobilização das comunidades escolares. "Nós agora entraremos no processo de mobilização da sociedade para que a gente possa avançar nas pautas", completou a presidenta do sindicato.


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