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No Paraná, Comitês de apoio à Palestina e à América Latina se unificam

por Pedro Carrano


A conjuntura recente é marcada pela ofensiva do governo Trump contra os povos do mundo, dos países dependentes na América Latina, passando pelos próprios ataques contra os trabalhadores estadunidenses - até a recente sinalização de ataque militar dos EUA contra o Irã.

Foto: Joka Madruga
Foto: Joka Madruga

Já no começo de janeiro, no dia 3, a invasão aérea contra a Venezuela e o sequestro de Maduro e Cilia Flores tornaram o cenário ainda mais preocupante. Com isso, dois comitês solidários que vêm se mobilizando e convocando protestos resolveram se unir em um único espaço em defesa dos povos, inspirados pelos últimos anos de resistência em solidariedade à luta palestina.


No sábado, na Mesquita Iman Ali Ibn Abi Tálib, com a presença de autoridades, militantes e ativistas, os Comitês Árabe Brasíleiro de Solidariedade - Paraná e o Comitê de Integração da América Latina - Paraná se unificaram. Embora ainda não haja um nome definido para o novo espaço, a ideia é algo em defesa dos povos do mundo, contra as intervenções e ataques do imperalismo, sobretudo dos EUA.


De acordo com um dos organizadores, Professor Kiko, haverá a redação de uma carta de princípios. A ideia é manter o mesmo espírito de unidade entre as organizações da esquerda, que tem marcado as atividades recentes.


“Tivemos que fazer uma discussão entre nós, para mobilizar. O enfrentamento tem que se fazer de forma conjunta. As guerras estão se dando em sequência. Que a gente possa ter o comitê geral e também o das lutas específicas”, explica Kiko.

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