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Reeleger Lula e as tarefas centrais do momento: Intensificar a mobilização para a vitória e seguir mobilizados para governar

há 19 horas
2 min de leitura

$por Robson Sebastian Formica*


A reta final do segundo turno da campanha eleitoral para presidência da república de 2026 chegou. Com ela a força da juventude mobilizada impulsionou uma crescente de manifestações por todo país para reelegermos o presidente Lula ao seu quarto mandato.



A força da juventude atraiu outros setores e segmentos da sociedade brasileira que se somaram as mobilizações. São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, dentre outras deram demonstrações grandiosas do vigor da campanha de Lula nessa reta final. 


Os desafios desses últimos dias podem se resumir basicamente em três: 1) seguir a mobilização com força e entusiasmo; 2) convencer eleitores indecisos e os que se abstiveram no 1º turno a votarem em Lula; e 3) intensificar o corpo a corpo para viramos votos que foram para os oponentes de Lula no 1º turno – incluindo os de Flávio Bolsonaro.


Esse conjunto de tarefas poderão nos dar a vitória no próximo domingo, dia 25 de outubro, com Lula reeleito presidente do Brasil. Não será uma tarefa fácil ou simples, mas é a tarefa necessária; a tarefa que determinará o destino do povo brasileiro pelas próximas décadas. É a tarefa mais importante para o campo progressista e democrático, desde a redemocratização. 


Apesar de difícil esta é uma tarefa possível. Devemos assumi-la como um compromisso individual e coletivo. Por todos que vivemos neste tempo, pelos que já passaram e pelos que virão.


Se vitoriosa, e há de ser, devemos também manter viva em todas e todos esta memória de mobilização, de capacidade de reagir, de agir e de vencermos em luta, em movimento.


Os desafios do próximo período não permitem que recuemos, que abandonemos as ruas e as redes. O segundo turno se estenderá por semanas, meses e anos. Mobilizados e em luta podemos seguir vencendo. Governar exigirá pressão e mobilização, para continuarmos construindo uma país soberano, democrático e que atenda aos anseios de dias melhores.


A sustentação política do governo deverá vir da continuidade das mobilizações e lutas. Mais do que números, planilhas, gráficos e conselhos, caberá ao governo assumir uma postura de educar, organizar e mobilizar a sociedade. É imperativo um salto de qualidade. O campo progressista e democrático dá sinais de disposição. Que o governo tenha olhos para ver, ouvidos para escutar e pulso para sentir. 


Lembremos que primavera não é quadrienal, ela ocorre de ano em ano. Agora falta pouco e cada dia será decisivo. Até a vitória no próximo domingo!


*Robson Sebastian Formica – membro da coordenação nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB.

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