Rosinha quer uma campanha petista "raiz"
- Vigília Comunica

- 31 de jul.
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Candidato ao senado foi uma escolha da militância petista
por Manoel Ramires

Quando o nome do Doutor Rosinha foi sugerido pelo PT para ocupar a segunda vaga ao senado na coligação de esquerda no Paraná, uma coisa já era certa: ele não recusaria a missão.
O ex-deputado federal, e agora candidato, sempre enfrentou adversidades com altivez e sobriedade. Era, por exemplo, presidente estadual do partido quando Lula estava detido em Curitiba pela operação Lava Jato.
Coube à Rosinha a liderança para organizar junto a movimentos sociais a ‘Vigília Lula Livre’ e enfrentar a extrema direita paranaense e brasileira. Experiência que o coloca novamente nas fileiras eleitorais e com a proposta de fazer uma campanha de raiz até 4 de outubro, quando ocorre o primeiro turno eleitoral.
Rosinha comentou a sua indicação antes da decisão do partido.
“Após muitas conversas e, principalmente, muita reflexão, hoje, às vésperas da convenção, coloco meu nome à disposição do PT para, se aprovado, cumprir mais esta missão”, disse.
Uma vez à disposição, Doutor Rosinha foi aclamado por unanimidade na convenção do PT-PR realizada no dia 25 de julho. Reconhecimento de todas as correntes partidárias tanto da sua importância política quanto do seu papel estratégico nesta eleição.
Se Gleisi Hoffmann candidata ao senado foi uma escolha pessoal de Lula, Doutor Rosinha é uma escolha da militância petista paranaense e da Executiva do PT para puxar o debate para o campo ideológico e do enfrentamento com o bolsonarismo, o ratismo e o lava jatismo. Estratégia que ele mesmo admite.
“Uma campanha deste porte, especialmente nesta difícil conjuntura, só faz sentido quando nasce da força coletiva: da militância, dos movimentos populares, dos sindicatos, das mulheres, da juventude, dos trabalhadores e das trabalhadoras do campo e da cidade, enfim, de todas as pessoas que acreditam na democracia, defendem a soberania nacional e lutam por um Brasil mais justo”, mira Rosinha.
Carta para Lula
Doutor Rosinha lançou, em Curitiba, o livro “Cartas para Lula. A obra nasceu em um dos períodos mais difíceis: Vigília Lula Livre. Entre a esperança, a resistência e a solidariedade, senti a necessidade de registrar o cotidiano de quem acredita que a democracia precisa ser defendida e que a justiça deve prevalecer.
As páginas reúnem crônicas que retratam vivências, reflexões e acontecimentos daquele período histórico, quando o presidente Lula esteve preso. São textos escritos a partir do olhar de quem viveu aqueles dias e procurou transformar a experiência da resistência em memória e reflexão.
SERVIÇO:
CARTAS PARA LULA
Dr. Rosinha




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