1º de Maio destaca redução da jornada de trabalho
- lazzarimlouize
- 27 de abr.
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Redação Vigília, com jornal Plural
Em todo o Brasil, o 1º de Maio, Dia do Trabalhador deve focar na bandeira do fim da escala 6 X 1 e da redução da jornada de trabalho para 40 horas. No Paraná e, em especial, em Curitiba, não será diferente.

Repetindo o êxito da construção do ato em 2025, este ano as organizações populares – entre as quais a Frente de Lutas e a Frente Brasil Popular, ao lado de centrais sindicais –, estão convocando o ato a partir das 13h, na Praça 19 de Dezembro, da Mulher Nua.
Nacionalmente, o PL 1838/2026 entregue pelo presidente Lula tem caráter de urgência e precisa ser votado em até 45 dias, prazo que termina no final de maio.
De acordo com a CUT nacional, estudo realizado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a redução da jornada de 44 para 36 horas poderia criar até 4,5 milhões de empregos e aumentar a produtividade em cerca de 4%, o que contradiz os críticos da proposta.
O estudo mostra ainda que aproximadamente 21 milhões de trabalhadores do país cumprem jornada superior às 44 horas semanais previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A pesquisa revela ainda que, além disso, 76,3% das pessoas ocupadas no Brasil têm jornadas superiores a 40 horas semanais, sendo que 58,7% de todos os empregados trabalham entre 40 e 44 horas semanais.
Programação em Curitiba envolve evento cultural
No dia 30 de abril, véspera de feriado, acontece show gratuito da Relespública, bateria da Escola de Samba Rosa do Povo e a banda de rock Striq. O evento está marcado para as 18h30, na Reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e é organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Paraná.
Já durante o dia 30, acontece o Seminário Estadual pelo Fim da 6x1, com início às 13h30, na sede do Sintracon, no bairro São Francisco. A atividade terá caráter formativo e reunirá lideranças sindicais, representantes políticos e integrantes da Universidade para debater os reflexos da escala 6x1 na vida das trabalhadoras e dos trabalhadores.




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