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Flávio Bolsonaro oferece Brasil de bandeja a Trump

Como analisa o jornalista Reinaldo Azevedo em sua inserção diária na rádio, o cálculo da família neofascista é puramente eleitoral


por Pedro Carrano


Diante da ameaça de taxação de 25% sobre os produtos brasileiros por parte do governo de extrema direita dos EUA, em algum momento a direita brasileira apontou a oportunidade de fortalecer a indústria nacional, a tecnologia, o investimento em Ciência, a capacitação da juventude trabalhadora com cursos técnicos, ou aumentar a formação bruta de capital fixo?


Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Não. A resposta dos Bolsonaros, em audiência pública realizada no dia 7 nos EUA, promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), é entregar os recursos naturais e minerais do Brasil, numa postura entreguista e contra a Soberania Nacional.


A participação de Flávio Bolsonaro no espaço se deu à revelia da diplomacia brasileira, que entende que já possui os canais de negociação. Ainda por cima, entre os 34 brasileiros presentes na audiência, apenas Flávio não foi contrário às tarifas, sugerindo apenas adiá-las. O senador segue batendo na tecla de que o Brasil tem terras raras e minerais críticos a oferecer ao país ao Norte.


Como analisa o jornalista Reinaldo Azevedo em sua inserção diária na rádio, o cálculo da família neofascista é puramente eleitoral. Concordam e conspiraram pelo tarifaço, porém “não agora” antes das eleições, o que prejudicaria Bolsonaro, que já está em queda se distanciando de Lula nas pesquisas.

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