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Gleisi fala do "grito silencioso" das mulheres nas eleições

24 de set.
1 min de leitura

"Há muitas mulheres que sofrem violência e ficam caladas, temos que dizer para essas mulheres que elas não estão solitárias, sem amparo", afirma


por Pedro Carrano


Para Gleisi, o desafio é dialogar com a dor de mulheres que não se manifesta nas ruas, mas é um "grito silencioso". Foto: Mandato Ana Julia
Para Gleisi, o desafio é dialogar com a dor de mulheres que não se manifesta nas ruas, mas é um "grito silencioso". Foto: Mandato Ana Julia

Em espaço voltado para o debate com mulheres, candidatas e lideranças, organizado pelo Instituto Declatra, quarta-feira (23), a candidata ao Senado pelo Paraná, Gleisi Hoffmann (PT), reforçou a importância do voto feminino nessas eleições. Neste ano, para ela, o que está em disputa não são apenas nomes, mas "projetos de país".


No caso das mulheres, Gleisi dimensiona que os crescentes casos de violência fazem com que, muitas vezes, o voto das mulheres no campo progressista seja "silencioso".


E é com esse "grito silencioso", como afirma, distante das campanhas, das ruas e da militância, que é preciso dialogar.


Gleisi afirmou que, no plano nacional, programas como o Pacto Brasil contra o Feminicídio e Centro Integrado Mulher Segura ajudaram a reduzir em até 2,5% o índice de feminicídios no país, o que considera que deve aumentar.


No entanto, afirma também que, no Paraná, os casos de violência e feminicídios dispararam. Apenas entre 2024 e 2025, o aumento foi de 33,7%.


"Há muitas mulheres que sofrem violência e ficam caladas, temos que dizer para essas mulheres que elas não estão solitárias, sem amparo, e que precisam ter vozes para ajudá-las na sua libertação", aponta a ex-presidenta do PT nacional e deputada federal.



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