top of page

Márcia Lopes: “Não podemos eleger homens que ofendam e agridam as mulheres”

Atualizado: 28 de mar.

Ministra das Mulheres levanta números preocupantes sobre feminicídio no Paraná


por Pedro Carrano


A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, ao lado da ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, estiveram, sexta-feira 27, em Curitiba no ato de mobilização “Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio”, junto ao diretor-geral de Itaipu Binacional, Enio Verri.


Ministra Márcia Lopes. Foto: Joka Madruga/Arquivo Vigília Comunica
Ministra Márcia Lopes. Foto: Joka Madruga/Arquivo Vigília Comunica

O Espaço Torres Kennedy – local do encontro – estava carregado de força e simbologia, com a presença de mulheres de diferentes espaços de militância e frentes de luta – popular, sindical, estudantil, coletivos de mulheres, comunicadoras, mulheres negras, indígenas, parlamentares progressistas, entre outras.


Combater o machismo e o ódio contra as mulheres

Márcia Lopes destacou os casos preocupantes de feminicídio no Brasil e no Paraná. A orientação expressa do presidente Lula é de combate e criminalização contra o machismo e a misoginia (ódio contra as mulheres).


“O Paraná teve 87 feminicídios em 2025 e 13 feminicídios neste início de ano. Além disso, 5843 estupros (…) O Presidente Lula disse que não podemos nos cansar de combater esse problema e precisamos fazer políticas públicas contra essa cultura (machismo)”, afirmou a ministra.


Mais investimentos e políticas públicas

Márcia Lopes ressaltou também a necessidade de criação de fóruns de acordo com segmentos de atuação das mulheres – caso do sindical, por exemplo. Citou também uma conjuntura conturbada e que prejudica as mulheres trabalhadoras, no Brasil e no mundo.


“Outros países estão gastando trilhões em guerras e pouco para garantir vida da população e das mulheres”, criticou, reivindicando o programa democrático e popular do atual governo brasileiro.

Comentários


bottom of page