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Pedido de vistas adia destino de Renato Freitas

Sessão da Comissão de Ética é marcada por ataques pessoais. Decisão ficou para 6 de maio; defesa denuncia perseguição


Foto: Alep


A punição de 30 dias para o deputado Renato Freitas (PT) foi suspensa temporariamente após pedido de vistas do deputado Doutor Antenor (PT). O processo, que ignora argumentos da defesa, será retomado apenas em maio.

Sessão tensa - O ambiente no Conselho foi de agressividade, com foco em ataques pessoais em vez de provas técnicas: o vereador Guilherme Kilter (Novo) acusou o deputado de violência, apesar de o supermercado Muffato ter declarado ao MP que o protesto foi pacífico. Já Ricardo Arruda (PL) usou termos pejorativos para atacar as posições ideológicas de Freitas e Tito Barrichello (PL) foi acusado de atuar para as redes sociais, buscando engajamento com pedidos de cassação.


Defesa - O advogado Edson Abdala sustenta que Freitas exercia seu direito parlamentar. Segundo a defesa, as imagens provam que não houve agressão a clientes, e o processo é visto como um "tribunal de exceção" para anular o voto popular por motivações ideológicas.

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