Frente de Lutas convoca protesto contra Ratinho Jr e Eduardo Pimentel
- Vigília Comunica

- 25 de fev.
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por Luis Lomba
A Frente de Lutas de Curitiba e Região Metropolitana convocou para esta quarta-feira (25) manifestação contra os desmandos do governador do Paraná, Ratinho Jr, e o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel. O protesto está marcado para começar às 17h30, na Praça Rui Barbosa.

“Propaganda não enche barriga. Ratinho Jr. e Pimentel inimigos do povo” é o mote da manifestação puxada pela Frente de Lutas, iniciativa coletiva composta por diversas organizações sindicais, políticas e populares, que busca a unidade dos movimentos pela classe trabalhadora, somando forças e fortalecendo agendas coletivas.
A convocação do ato ressalta que, enquanto o governador Ratinho Jr. e o prefeito Eduardo Pimentel investem pesado em propaganda para dizer que está tudo bem, a realidade de quem vive e trabalha no Paraná é dura. “Ratinho está envolvido em escândalos na privatização da Celepar e de outros serviços públicos entregues a empresários aliados. Também há denúncias nas escolas cívico-militares e a gestão privatizada da educação precisou manipular dados para sustentar resultados. Ao mesmo tempo ele aumenta o investimento na PM que segue matando jovens pretos e pobres na periferia”, diz o texto.
O ato questiona também a política de internação obrigatória de cidadãos sem teto imposta pelo prefeito em Curitiba. “Pimentel usa a população de rua como cortina de fumaça. Empurra pessoas para o manicômio e trata com discurso de ódio o que é resultado de uma cidade que não garante direitos básicos, principalmente saúde coletiva e moradia”, afirma.
A convocação aponta que Curitiba tem uma das cestas básicas mais caras do país, os aluguéis sobem sem parar, faltam água e energia em vários bairros e a cidade alaga a cada chuva: “Enquanto isso, milhões vão para empresas de mídia ligadas às mesmas famílias que mandam na política local. Servidores públicos seguem abandonados, sem valorização salarial, e a terceirização deixa o trabalhador mais instável e os empresários mais ricos. A pergunta é: a quem serve esse Paraná? Que Curitiba queremos construir?”




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