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Mulheres trabalham mais e têm pouca representação
Dados do Ministério do Trabalho apontam que brasileiras recebem 21,2% menos que homens e dedicam quase o dobro de horas ao trabalho doméstico por Joka Madruga A luta por igualdade de gênero no mercado de trabalho e nos espaços de poder ainda enfrenta barreiras profundas no Brasil. O 4º Relatório de Transparência Salarial do Ministério do Trabalho e Emprego revela que as mulheres recebem 21,2% menos que os homens em empresas com mais de 100 funcionários, com remuneração média

Vigília Comunica
10 de abr.6 min de leitura


Governo brasileiro propõe à OMS inclusão do feminicídio na CID-1
Por Adi Spezia Às vésperas do 8 de Março, Dia Internacional das Mulheres, o governo brasileiro solicitou à Organização Mundial da Saúde (OMS) a inclusão da categoria feminicídio na Classificação Internacional de Doenças (CID-11) para qualificar os dados sobre o tema no país e no mundo. O anúncio foi realizado em coletiva de imprensa na quinta-feira (5) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em Brasília. Foto: Laudemiro Bezerra/MS A OMS já reconhece a violência contra as m
lazzarimlouize
15 de mar.3 min de leitura


8M: Desafios da participação feminina na política
Por Adi Spezia Apesar de representarem mais da metade do eleitorado brasileiro, as mulheres ainda ocupam menos de um quinto das cadeiras no Congresso Nacional. Quase um século após a conquista do direito ao voto feminino, reconhecido em 1932 com o Código Eleitoral assinado pelo então presidente Getúlio Vargas, a presença feminina nos espaços de poder segue marcada por desigualdades, violência política de gênero e barreiras estruturais que limitam a participação plena das mulh
lazzarimlouize
9 de mar.4 min de leitura


Governo brasileiro propõe à OMS inclusão do feminicídio na CID-11
Por Adi Spezia Às vésperas do 8 de Março, Dia Internacional das Mulheres, o governo brasileiro solicitou à Organização Mundial da Saúde (OMS) a inclusão da categoria feminicídio na Classificação Internacional de Doenças (CID-11) para qualificar os dados sobre o tema no país e no mundo. O anúncio foi realizado em coletiva de imprensa na quinta-feira (5) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em Brasília. Marcha Pela Vida das Mulheres, em Curitiba. Foto: Joka Madruga/Vigíli

Vigília Comunica
8 de mar.3 min de leitura


Para além do batom
O 8 de Março e a engrenagem invisível que move o mundo Por Lea Oksenberg A euforia que o comércio tenta sequestrar todos os anos, distribuindo flores e descontos em eletrodomésticos, costuma conferir ao 8M um indesejado tom de "feriado de fachada". No entanto, longe dos filtros de redes sociais e das homenagens protocolares, a data exige um choque de realidade sobre o que sustenta, de fato, o funcionamento da nossa sociedade. Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil. Se retirarmos o
lazzarimlouize
8 de mar.2 min de leitura


Fraude a cota de gênero é violência político partidária
Por Marilda Ribeiro da Silva* O sistema político brasileiro historicamente supervaloriza a ocupação de cargos de poder por homens brancos, cisgêneros e heterossexuais. O reconhecimento de direitos políticos às mulheres e a igualdade formal, garantida constitucionalmente, ainda são insuficientes para alterar o cenário nacional de privilégios masculinos e raciais. Por isso, é imprescindível que a luta democrática perpasse o rompimento com o status quo da masculinidade e da bran
lazzarimlouize
7 de mar.3 min de leitura


Odelair Rodrigues: pioneira da televisão paranaense
por José Pires Odelair Rodrigues nasceu em Curitiba em 27 de janeiro de 1935, embora seu registro de nascimento tenha sido feito apenas em 14 de junho daquele ano. Ainda criança, aos sete anos, quando estudava no Grupo Escolar Xavier da Silva, revelou sua vocação artística. Foto: Divulgação SEEC Durante uma atividade proposta por uma professora, que buscava alunos com habilidades como canto, dança ou declamação, Odelair se apresentou cantando “Vatapá”, de Dorival Caymmi. A pe
lazzarimlouize
7 de mar.2 min de leitura


Mulheres e Ciência: as fronteiras ultrapassadas no dia a dia
A professora Alexandra Cristina Senegaglia fala de suas conquistas como cientista, mulher e educadora popular por Pedro Carrano Estudei sem pagar um único centavo na melhor universidade do Paraná, sempre senti vontade, sentia que devia isso, de dar chance para que essas crianças conheçam que a Ciência pode ser disponível. Foto: Divulgação PUC A luta contra o machismo, em anos recentes, uniu-se diretamente à resistência em nome do conhecimento e da Ciência. Enquanto, por um la
Pedro Carrano
5 de mar.3 min de leitura
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